Lendo o “SuperEgo”
7 05 2008Bem estava eu lendo o blog SuperEgo quando me lembrei de uma passagem da minha adolescência…. Segue o texto do Hermés e logo abaixo vem a minha lembrança, risos:
“SOPA DE LETRINHAS
Adoro nomes e sobrenomes artísticos. Fico a imaginar nossos atores e atrizes escolhendo, com a ajuda de um numerólogo, a alcunha que irão atender na profissão, se a partir dela o sucesso virá a jato ou se junto a ela o público irá assimilar imediatamente o nome a pessoa.Desconfio que apenas uma mísera parcela da crasse artística utiliza sua razão social de batismo para trabalhar. Não acredito, por exemplo, que Monique Alfradique possa, de fato, ter sido registrada assim. Aliás, descobri a existência de Alfradique neste fim de semana, ao ler nos sites especializados que sua festa de 22 anos “bombou” de artistas & amigos no Rio de Janeiro. Havia seis imagens na galeria de fotos, o que mostra que realmente seu aniversário foi um arraso.
Mas voltando ao assunto: adoraria saber como funciona a logística do ritual de batismo das celebridades. Quem lhes conferem os nomes artísticos? Será que os ‘senhores dos nomes’ são seres gordos e poderosos (imaginem o Wolf Maia) que passam o dia numa sala do Projac, toda prateada com inserções, glup, artísticas de Hans Doner, pesquisando sites, livros, oráculos e bulas de remédio atrás de nomes para os próximos globais?
Quem será que inventou o termo Malvino Salvador? E Pitty Webbo? Será que foi o mesmo que criou Marcélia Cartaxo? Eu sei lá, achava que em terra de Zora Ionara quem tinha um Selton já era rei. Mas ao saber da existência de Monique Alfradique tudo mudou.”
Quando tinha uns 13/14 anos fui preencher um ficha no colégio solicitando a carteira de estudante, e nesta época tinha loucuras em escrever meu nome Thalyta trocando o original “i” pelo “y”, aliás qual dos dois é o original (ah deixa para lá), e não Thalita. Continuando, minha queridíssima mãe me deu o dinheiro para efetuar o pagamento na própria escola, sei que em síntese passados 3 ou 4 meses que a carteirinha chegou, minha mãe a encontrou sobre a minha escrivaninha, tal foi o meu susto quando, sem saber de nada, fui chamada no seco de ESTELIONATÁRIA pela minha querida mãezinha que amo de paixão e que sei que a recíproca é verdadeira, risos. Passado o primeiro impacto, eu ainda de cabelo em pé(o que não era difícil, problema mesmo era tê-lo baixo, ou manso risos) ela me explicou filha você pode ser presa, afinal o nome constante neste documento não é o seu, portanto espero que você acabe com esta mania terrivel de trocadilhos no seu nome.
Pois bem o fato é que desde aquele dia e até hoje não mais escrevo Thaly ou Thalyta e sim Thali ou Thalita…risos e nem numerologia nem nada vai me demover desta idéia.
Valeu!!!!!